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Bruno Gagliasso tem sua hipocrisia exposta em antigos tuítes ‘homofóbicos’

Informou o portal UOL:

Após mobilizar um boicote dos internautas ao youtuber Júlio Cocielo por conta de seus tweets racistas do passado, Bruno Gagliasso foi alvo também de uma manifestação por conta de algumas mensagens preconceituosas encontradas em seu perfil pelo grupo político Movimento Brasil Livre, o MBL. Bruno teve seus tweets vasculhados e foram encontrados posts do ano de 2009 em que debochava de homossexuais, mulheres feias e endossando piadas de cunho sexual. Bruno teve seus tweets vasculhados e foram encontrados posts do ano de 2009 em que debochava de homossexuais, mulheres feias e endossando piadas de cunho sexual. 

Em resposta, Gagliasso escreveu em seu Twitter:

https://twitter.com/brunogagliasso/status/1014811667203608577

Antes de mais nada, vamos aos posts passados do ator:

As postagens são de 2009, quando o ator tinha 25 anos de idade, e isso tem sido usado como argumento para justificá-lo. Alega-se que “ele mudou”. Porém, o casal Gagliasso e Giovana Ewbank iniciaram nesta mesma semana uma perseguição ao youtuber Julio Cocielo, que fez uma piada de cunho racial com o jogador Mbappé no Twitter.  A piada, que foi considerada por muitos como racista, levou o casal global a iniciar uma campanha de boicote ao youtuber, levando-o a perder patrocínios.

A questão é que Julio Cocielo tem hoje 25 anos, a mesma idade que Bruno Gagliasso tinha quando fez os comentários alegadamente misóginos e homofóbicos no Twitter. Em 2009 o Twitter já era uma rede social mundialmente conhecida, mesmo assim os colegas globais do ator parecem não ter se incomodado muito com o assunto. Isso tudo só veio a tona agora justamente por causa da mobilização iniciada pelo ator e por sua esposa contra o youtuber.

O que parece, até o momento, é que há um peso e duas medidas. Para os pseudoprogressistas globais a liberdade é plena, existe o direito de errar e de se arrepender. Para quem não está dentro da panelinha a tolerância é zero. Neste caso, ao errar o sujeito merece punição severa, sem direito de resposta ou mesmo pedido de desculpas. É a ditadura politicamente correta, que como em qualquer ditadura tem seus protagonistas sempre com um pé na sujeira e o outro no salão da virtude.

Pelo visto ninguém é limpinho como diz ser.

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