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Ciro quer um “polo de centro-esquerda” para sua candidatura

No encerramento da sabatina de Folha, UOL e SBT com Ciro Gomes, o candidato do PDT falou sobre as alianças em torno de sua candidatura:

“O meu projeto precisa se aperfeiçoar numa ampla aliança de centro à esquerda. Isso para reunir concretamente os interesses de quem trabalha, que é a minha comoção. Nós vamos hierarquizar passo por passo. Neste momento, só um companheiro fala por mim: Carlos Lupi, presidente nacional do PDT. Só ele conduz entendimento, só ele conduz negociações. Depois que o Joaquim Barbosa lamentavelmente deixou de ser candidato, voltamos a conversar com o nosso parceiro preferencial que é o PSB. Se não puder ser no primeiro, no segundo turno quero muito a aliança orgânica com o PCdoB. Essa seria o que eu chamo de afirmação da hegemonia moral e intelectual do meu governo. Esse polo de centro-esquerda mais claro, mais comprometido com o histórico de valores do trabalhismo com o socialismo democrático no Brasil.”

O que Ciro quer é um “grupo da morte”. A união de todos os poderosos que governaram o país na última década e meia e que o levaram ao buraco econômico que vivemos hoje, além dos aumentos significativos nas taxas de violência, desemprego e pobreza.

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