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Debate fake sobre “interrupções” à Manuela mostra que pré-candidata não aguenta pressão

No decorrer da semana um assunto tem sido trabalhado na imprensa a fim de proteger uma candidatura presidencial, a candidatura de Manuela D’Ávila. Desde sua participação vergonhosa no programa Roda Viva, diversos blogs petistas e até alguns portais da grande mídia têm forçado a pauta fake sobre um suposto machismo sofrido pelo deputada comunista, que teria sido interrompida pelos jornalistas por ser mulher.

A narrativa é falsa por si só. Todos os pré-candidatos que participaram das entrevistas até o momento foram interrompidos diversas vezes pelos jornalistas. Além disso, na bancada que entrevistou Manuela, um terço eram mulheres. Até mesmo a jornalista Vera Magalhães, que estava na bancada, detonou o discurso vitimista de Manuela sobre o assunto.

Fato é que todo esse discurso tem um objetivo: tirar do foco a realidade, a de que Manuela D’Ávila teve o pior desempenho na sabatina de entrevistas até o momento, deixando claro seu total despreparo e um temperamento totalmente desequilibrado. Diferente de Bolsonaro, Ciro Gomes, Amoedo e outros que já estiveram na sabatina, Manuela não aguenta pressão. Ao ser questionada de forma contundente, apela ao discurso universitário e grita “machismo!”.

A entrevista da deputada foi a pior de todas. Em diversos momentos ela fugiu de perguntas claras e objetivas feitas pelos jornalistas, evidenciando que alguns temas a incomodam e, principalmente, que ela não tem a menor capacidade de responder questionamentos simples.

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Um comentário

  1. 1) Não vi a entrevista da senhora Manuela, porque suas falas ficariam incrustadas em algum ponto do meu cérebro.
    Prefiro abastecer o “HD” com coisas interessantes, não inutilidades.
    Quanto à celeuma em si, é fácil de explicar: os entrevistadores são tietes da senhora Manuela. A forma do fã mostrar adoração por seu ídolo ou “mito” é bancar o “chacrilongo” (chato, cri-cri e pernilongo) que não para de fazer perguntas.
    Portanto, não foi machismo ou feminimachismo: foi amor.
    2) A senhora Manuela quer atrair votos dos jovens que por características próprias da pouca experiência de vida são rebeldes, idealistas e ingênuos. Não para ser eleita “presidenta” do Brasil, porque aí seria um milagre às avessas, mas para eleger o maior número possível de deputados federais e senadores pelo Brasil.
    Serão esses burgueses travestidos de comunistas que farão um belo estrago ao país, porque não é preciso estar no governo federal para causar estragos bilionários. O bloqueio dos caminhoneiros inconsequentes mostrou isso: perdas somadas que ultrapassaram 100 bilhões de reais. E nem políticos eles são.
    Os “comunistas” brasileiros ainda sonham com sua revoluçãozinha que jamais acontece. As Manuelas servem para alimentar esse sonho impossível.

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