Home / Notícia / Governo toma decisão absurda e decide libertar até 50 mil presos para “resolver problema da superlotação”

Governo toma decisão absurda e decide libertar até 50 mil presos para “resolver problema da superlotação”

Informou o Jornal Extra, d’O Globo:

Defensores públicos de todo o país apresentaram ao ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, nesta terça-feira, um plano para diminuir a superlotação nos presídios. A ideia é pedir a soltura de presos provisórios há mais de seis meses por crimes patrimoniais e, no caso de condenados, a progressão antecipada para o regime aberto dos que estão em semiaberto, mas já próximos de obter o benefício. Jungmann deu sinal verde para o projeto, que vai começar em junho pelo estado do Ceará. A estimativa é que a ação custe cerca de R$ 35 por preso e atenda 50 mil detentos até o fim de 2018, o que deve ampliar a demanda de trabalho do Judiciário nos estados.

“A Defensoria sem Fronteiras fará todos os pedidos pertinentes, mas isso gera um volume grande análise do Poder Judiciário, que precisa estar preparado” ressalta André Castro, chefe da Defensoria Pública do Rio de Janeiro.

Não é como se o Poder Judiciário já estivesse cumprindo plenamente suas funções para que pudesse receber mais serviço. Quanto aos presos serem liberados, é sintomático que no Brasil haja tanta gente envolvida diretamente com o assunto que ache razoável libertar essa quantidade de gente, isso em um país no qual já há cerca de 60 mil homicídios por ano e um número incontável de assaltos e furtos.

Sob o discurso mentiroso de “encarceramento em massa”, o governo pretende tirar cerca de 50 mil pessoas da prisão, entre elas até mesmo pessoas já condenadas e que terão a progressão de pena adiantada, como se já não fosse punição leve o bastante quando segue os trâmites normais.

Sobre RedatorJornalivre

Leia também

Freixo usa a narrativa de que “nem todo impeachment é golpe”

Em campanha para aprovar o impeachment do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), …

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *