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Greenpeace admite ter colocado mala com falsa ameaça de bomba em comissão que discute o uso de agrotóxicos

Informou o G1:

Pouco antes do início da reunião da comissão, destinada à votação do parecer que flexibiliza as regras para o uso de pesticidas, começou a tocar um alarme muito alto, que lembrava um alarme de carro – na nota, o Greenpeace explicou que se tratava de um alarme de moto. Naquele momento, não houve tensão, e os presentes até riram da situação. Um dos assessores, então, retirou a mala do plenário e a entregou a um dos policiais legislativos. Ao final da reunião, a presidente da comissão, deputada Tereza Cristina (DEM-RS), disse que se tratava de uma “simulação de bomba, sem bomba”, causando muita apreensão entre os presentes.

A ação é um crime grave, na realidade um crime tipificado em lei.

Decreto-Lei nº 3.688.

Art. 41. Provocar alarma, anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto:

Pena – prisão simples, de quinze dias a seis meses, ou multa.

O governo brasileiro irá punir os ativistas com aspirações ao terrorismo?

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