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Moro participa de pré-estreia de filme sobre a Lava Jato junto com a esposa

O juiz Sérgio Moro foi na pré-estreia do filme “Polícia Federal – A Lei é Para Todos” nesta segunda-feira, em Curitiba. É a primeira exibição do filme, que terá pré-estreias também em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e será lançado no dia 7 de setembro. Moro foi acompanhado da mulher, Rosângela. Ele está sentado ao lado do juiz Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio de Janeiro.

O evento também conta com a presença do delegado Igor Romário de Paula, coordenador da Operação Lava Jato. “Nós estamos aqui hoje convidados e curiosos para saber como ficou o produto final, ninguém ainda teve oportunidade de ver mais. Estou com a expectativa de quem gosta de cinema”, disse à Coluna. Ele contou que os atores acompanharam o dia a dia da PF para conhecer o trabalho dos delegados “para que eles tivessem condições de reproduzi-lo da forma mais fiel possível no filme”. O delegado é representado pelo ator Antonio Calloni.

Atores que participam do filme também prestigiam a pré-estreia. “Igor é um personagem fascinante. Ele é objetivo, cauteloso e muito responsável. Tive muito prazer em fazer esse papel”, disse Calloni que faz o papel do delegado. “Tomara que o filme proporcione um debate. Discordem do filme, debatam, mas divirtam-se”, complementou.

A atriz Flavia Alessandra, que interpreta a delegada Erika Marena, que batizou a Operação Lava Jato, também aposta que o filme irá contribuir para o debate sobre o que é considerado o maior escândalo de corrupção do mundo. “Acho que a gente quer fazer a sociedade pensar, são tantas coisas que acontecem que a gente acaba ficando anestesiado. A gente fez um thriller e eu tenho certeza que a gente vai conseguir contar uma história”.

O filme conta a história da Lava Jato desde que foi deflagrada até a condução coercitiva do ex-presidente Lula. Um segundo filme já está em fase de produção. Esse vai contar sobre a delação do empresário Joesley Batista, que acusou o presidente Michel Temer de corrupção. Perguntado pela Coluna sobre quantas fases o filme pode ter, Igor de Paula disse que já errou ao prever o fim da Lava Jato e prefere não arriscar mais.

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3 comentários

  1. 1) Não é preciso ver esse filme para poder criticá-lo: é uma produção oportunista e inoportuna, porque a Operação Lava Jato ainda está sendo realizada. Além disso, endeusa funcionários públicos cuja obrigação é realizar direito o trabalho para o qual são regiamente remunerados.
    Não fizeram nem estão fazendo um favor à população.
    2) É um filme do quê?
    – De ação não deve ser, porque não foi noticiada na real Operação Lava Jato nenhuma perseguição policial ao estilo SWAT, Rambo ou “Duro de Matar”, com carros explodindo, helicópteros atingidos por Stingers, policiais com armaduras de Batman descendo de prédios fazendo rapel e nem tiroteios com fuzis M4 lançadores de granadas.
    Nem o “japonês da Federal” precisou bancar o ninja ou o Jackie Chan para prender os corruptos.
    – De suspense político também não é, porque todo mundo sabe que o PT e (alguns) aliados do PMDB roubavam o enorme queijo chamado Tesouro Nacional, chefiados pelo Comandante Máximo dos Ratos.
    – De sexo provavelmente não é, porque a maioria dos implicados na Operação Lava Jato não parece dar importância a esse ritual do reino animal. Além disso, muitos deles necessitam da pílula azul milagreira, se quiserem entrar nessa aventura. O terreno deles é roubar dinheiro público.
    3) Pode ser um filme cômico, com a participação da Vovó Mafalda da PGR e do Odorico Lulaguaçu.
    Ou talvez seja um filme dramático, com políticos e empresários chorando para não irem para a Papuda. Recorrendo às mães que nasceram analfabetas ou ao fato de comerem pão somente aos 7 anos de idade.
    Avaliação final: filme candidatíssimo ao Prêmio Lula Jararaca Sapo Barbudo.

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