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Deputado quer usar gênero para desempatar eleições

O deputado Luis Tibé, do Avante de Minas, apresentou um projeto de lei propondo que mulheres tenham prioridade sobre os homens em caso de empate nas eleições, informa Lauro Jardim.

Pela proposta, caso uma mulher e um homem tenham a mesma quantidade de votos, a candidata fica com a vaga. Se o empate for entre mulheres, a mais velha assume.

O deputado, em sua justificativa, diz que quer “combater o deficit de participação política das mulheres”.

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Um comentário

  1. Essa lei insana e discriminatória é similar às cotas raciais racistas, cuja preferência na seleção é baseada não no mérito ou na competência, e sim na aparência física (cor da pele) declarada.
    As formas de burlar essas insanidades e as posteriores reações criadas para impedirem a criatividade popular são
    1) Cotas raciais racistas
    Formas de burlar:
    – A pessoa simplesmente declara que é afrodescendente, não importa o grau da descendência. Mesmo que tenha a aparência de um albino, a pessoa dirá que é tatara-tatara-tataraneta de um escravo africano; quem investigará a árvore genealógica dela para demonstrar o contrário?
    – Ou pode “fingir ser afrodescendente”: pintar o rosto e o corpo e usar cabelo afro, como o personagem do filme “Soul Man” (1986).
    Método de controle: a FUVEST começou a tirar “selfies” dos candidatos (reconhecimento facial racial). É o prelúdio do controle racial que será adotado em todos os concursos vestibulares e concursos públicos.
    Tirar fotos é mais sutil do que criar patrulhas paramilitares ou tribunais de identificação pigmentar para descobrir falsos afrodescendentes.
    2) Projeto de lei que privilegia mulheres e mulheres idosas
    Forma de burlar:
    – Basta o homem dizer que “se sente” mulher ou fingir ser mulher, como no filme “Tootsie” (1982).
    Como será o critério de desempate do confronto “homem que se sente mulher” versus “mulher que nasceu mulher”? Vai para a prorrogação (critério de desempate: idade).
    Se vencer o representante masculino das mulheres, ele terá de usar peruca com cabelos brancos, batom, anéis e outros “apetrechos”. Um preço baixo a pagar, dada a fortuna que receberá como política eleita.
    Método de controle: Ainda não foi inventado um detector de mentiras eficaz que descubra se a mulher “falsa” é um homem verdadeiro que mentiu quando afirmou que “se sente mulher”.
    O jeitinho brasileiro consegue enganar qualquer detector de mentiras.

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