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Extrema-esquerda usa mulheres no Senado para acusar "machismo" e agressão caso sejam retiradas

A extrema-esquerda, mais uma vez, se utiliza de uma estratégia torpe e vil para interromper a sessão plenária e o progresso do Brasil. Valendo-se de uma ação birrenta e infantil, cinco senadoras ocupadas as cadeiras da mesa diretora para impedir o início dos trabalhos e proteger o privilégio dos sindicatos.

Gleisi Hoffmann (PT-PR), Lídice da Mata (PSB-BA), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Fátima Bezerra (PT-RN) e Regina Sousa (PT-PI) foram as primeiras a ocupar o espaço. Kátia Abreu as acompanhou em seguida.

A ausência de outras figuras abjetas do lulismo brasileiro, como Lindbergh Farías e Paulo Paim, não é uma coincidência. A estratégia da extrema-esquerda, de acordo com o ventilado nos bastidores, é usar mulheres para ocupar as cadeiras, tendo em vista que qualquer tentativa ou ordem de retirá-las do local, ou ainda algum arroubo de um colega homem, poderia ajudá-las a acusá-los de machismo, agressão ou coisa que o valha, pavimentando o caminho para o vitimismo.

Os senadores, contudo, perceberam a estratégia e nenhum se aproximou das senadoras para tentar qualquer tipo de retirada à força. A extrema-esquerda, porém, continua manipulando àqueles que dizem defender.

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