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Janot, que chamava Raquel Dodge de "bruxa" e que tentou lhe passar a perna, agora reclama não ter sido convidado à cerimônia

Em sua patética entrevista ao Correio Braziliense, Janot foi questionado sobre o motivo de não ter ido à cerimônia de posse da nova PGR, Raquel Dodge, que assumiu o cargo a despeito do que o antigo PGR realmente queria.

Ele disse:

Na minha terra, se diz o seguinte: a gente não vai a festa sem convite. Quem vai em festa sem convite é penetra. Outro detalhe: também não tinha lugar reservado para mim no auditório, não. Eu teria que chegar e bater cabeça para achar uma cadeirinha.

Acontece que Janot tentou passar a perna em Raquel, e muito além disso o ex-PGR fazia fofoquinhas sobre ela na procuradoria, chegando a chamá-la de “bruxa” nos bastidores e instruindo outros procuradores a não passarem informações.

É claro que ele não seria convidado.

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Um comentário

  1. “Na minha terra, se diz o seguinte: quem tem cara de burro, orelha de burro e fala como um burro, ou é burro ou é o Janô.”
    1) Snif, snif. O Coitadinho-Geral da República Janô não foi convidado para a posse da “Bruxa”.
    Ficou magoadinho e sentidinho.
    Se ele jogar Crush Crush com seus amiguinhos da PGR, ficará menos azedo e rabugento.
    2) O bestalhão Janô pode espalhar na mídia esquerdista a narrativa mentirosa de retaliação da procuradora-geral Raquel Dodge, mas ele foi o comandante máximo da PGR e sabe que assuntos ligados à transferência de cargo são da alçada do departamento de cerimoniais.
    A doutora Raquel Dodge daria pouca importância ao Janô, se este paquiderme estivesse no evento, sentado na “cadeirinha”.
    Na verdade, o Homem-Flecha Janô não foi porque “arregou”: não queria encontrar o presidente Michel Temer e outros enflechados. Além de não aceitar o protagonismo de uma mulher na PGR.
    Como egocêntrico e frustrado que é, o Janô quer continuar a aparecer na mídia, apesar de já não ser mais o chefão da PGR.
    Ele vai criar a Procuradoria Geral da República do Janô, é?

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