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Lula vai tentar nova chicana na ONU: agora é quanto ao caso triplex

Uma coisa não se pode dizer contra Lula e seus advogados: que eles sejam preguiçosos.

Mais uma vez, após anos de enrolação e muito palavrório, a defesa do petista entrará com recurso no Comitê de Direitos Humanos da ONU a fim de revogar a sentença de Sérgio Moro. Veja o que diz o site petista de Luis Nassif:

A defesa internacional do ex-presidente também pretende apresentar ao Comitê de Direitos Humanos da ONU (Organizações das Nações Unidas) novas alegações contra os abusos cometidos por Sergio Moro na Lava Jato.

E mais:

O advogado de Lula no exterior, Geoffrey Robertson, que deve desembarcar no Brasil na próxima semana, para participar de eventos na capital federal e em São Paulo, deve elaborar as novas alegações até o final de setembro. O documento abordará especificamente a sentença proferida por Moro em 12 de julho, destacando questões relacionadas à violação de direitos.

É claro que tudo isso é palhaçada. A ONU não tem autoridade para questionar uma decisão judicial legítima, dentro do Brasil, em um sistema cuja normalidade jurídica está evidente. Além disso, Lula sequer está preso até o momento, logo não há violação de direito humano algum. Ele responde o processo em liberdade como manda a lei.

Mesmo assim, é curioso ver a persistência da defesa do petista em uma causa tão claramente perdida como apelar para a ONU.

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Um comentário

  1. 1) Os adoradores do Lulão querem mostrá-lo ao mundo como um “grande líder perseguido”.
    Mas o Sapo Barbudo não é Mahatma Gandhi, Nelson Mandela, Dalai Lama, Lech Walesa (Polônia), Benazir Bhutto (Paquistão), Madre Teresa de Calcutá, Aung San Suu Kyi (Mianmar), Olof Palme (Suécia) ou outras pessoas que são parte da História pelas contribuições positivas, notadamente a defesa da democracia e dos direitos humanos.
    O Lulão é um chefe político populista regional, do baixíssimo clero internacional. Nem pode ser classificado como líder mundial.
    O que o Lulão fala e faz tem repercussão principalmente na América Latina – o latino-americano padrão tem uma predileção por caudilhos e coronéis escravistas.
    2) Quem quiser desmascarar o Lulão na ONU, basta mostrar a evolução patrimonial do malandro e dos familiares.
    Os diplomatas sérios e inteligentes dos Estados Unidos, Canadá, países europeus, Austrália, Nova Zelândia, Coreia do Sul e Japão sabem o que significa um político corrupto, que se enriquece de maneira ilícita e deixa o país que governou numa “massaroca”.
    E também se pode mostrar a defesa incondicional que o Lulão e o PT fazem do tirano Maduro.
    Quem defende um ditador sanguinário e psicopata não merece respeito internacional.

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