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Operação militar no Rio levanta questão: Por que os brasileiros só merecem segurança durante eventos em que recebem turistas?

Uma mega operação militar está em curso no Rio de Janeiro, e ela tem como finalidade a proteção dos cidadãos e turistas durante o Rock in Rio. O mesmo já havia ocorrido no ano passado durante as Olimpíadas e antes disso durante a Copa do Mundo. Mas isso levanta uma questão: Por que o povo só tem segurança quando turistas estão por aqui?

O Rio de Janeiro, especialmente, enfrenta situação grave na segurança pública e não é de hoje. O estado é de total calamidade há muito tempo. O cidadão não tem o direito de sair na rua com um celular na mão ou uma bolsa, ele não consegue dormir sossegado com os barulhos de tiros constantes, tampouco pode se dar ao luxo de parar tranquilamente em um semáforo. O risco de ser assaltado ou até assassinado é tão constante que ele vive em estado de alerta.

Por que durante estes eventos a segurança é reforçada de tal forma que os turistas em geral conseguem andar seguros, mas durante o resto do tempo isso não acontece? Quer dizer que dá para solucionar o problema com mais policiamento e com operações organizadas, mas o governo se limita a usar seu poder apenas quando convém.

Aonde está a segurança do cidadão que sustenta o Estado e que não consegue exercer nem mesmo suas mais básicas liberdades?

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Um comentário

  1. Provavelmente é inviável a proteção em nível de Copa do mundo/Olimpíadas 365 dias ao ano (o Rio ta praticamente quebrado). Um dos motivos é simplesmente a propaganda para turistas que muito provavelmente irão ter dor de cabeça com a invasão de milhões de africanos, árabes e muçulmanos em seus países e estão sendo bombardeados com propagandas e legislação pró-“diversidade”.

    Da pra resolver sem virar um estado Orwelliano (Agente já somos, mas muito incompetentes para manter a lei e a ordem), mas ai vai ter que tomar medidas energéticas a curto, médio e longo prazo (pena de morte, extinção do ECA, esterilização de presos e programas de incentivo a esterilização de pessoas em estado de vulnerabilidade social, etc.

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