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Procurador pode ser enquadrado por ativismo político em apoio ao PSOL

O procurador do Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro, Rodrigo Carelli, pode ser enquadrado em atividade político-partidária, proibida pela Constituição (art. 128) por ser agente público. Isso porque não é tímida sua militância pelo PSOL. Há registros de palestras organizadas pelo partido que ele participou, além de abaixo-assinado rubricada por ele, informa a Veja.

Carelli tem diversas participações em seminários e até textos de sua autoria criticando serviços como Uber e mudanças na CLT, além de diversos comentários nos quais denota claro esquerdismo.

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