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Passado constrangedor: Joaquim Barbosa votou em 2009 para libertar o terrorista Battisti

No julgamento sobre o pedido de extradição do italiano Cesare Battisti, em novembro de 2009, Joaquim Barbosa, então ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), foi um dos que defenderam a sua libertação. Marco Aurélio Mello também votou desta forma. A corrente foi vencida pela maioria e o STF decidiu (embora com placar apertado, de cinco votos contra quatro) autorizar a extradição e deixar a palavra final ao então presidente Lula – que acabou por negar o retorno do italiano a seu país de origem no último dia de governo.

À época, Barbosa pediu a imediata expedição do alvará de soltura do terrorista.

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