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Procuradores pedem pena maior para Palocci e podem motivar petista a delatar após setembro

Segundo o jornal O Globo, o Ministério Público Federal pediu que o juiz Sérgio Moro aumente a pena dada a Antonio Palocci.

Em junho, o ex-ministro de Lula e Dilma foi condenado a 12 anos e dois meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Ele é acusado de intermediar o pagamento de 10 milhões de dólares da Odebrecht para uma conta no exterior do casal João Santana-Mônica Moura.

O texto não deixa claro quantos anos o MPF considera adequado para a prisão do petista. A Procuradoria também pediu que Moro reveja as penas aplicadas a João Vaccari e Renato Duque.

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Um comentário

  1. Os procuradores federais não deveriam celebrar nenhum acordo de delação premiada com o Palocci.
    Por ser médico (Faculdade de Medicina da USP Ribeirão Preto), ele deveria saber as consequências para o país por idolatrar um político corrupto e apoiar um projeto totalitário de poder.
    O Palocci é da alta cúpula petista, portanto um dos responsáveis diretos pelo estado crítico do Brasil.
    Que ele pague severamente pelo que fez: fique preso o maior tempo possível determinado pelo Código Penal, sem os benefícios da impunidade janotista joesleysista. O mesmo para o Guido Mantega.
    Além do mais, o que o Palocci disser não alterará a condição jurídica do Lulão. Se este (mesmo condenado) não está preso – e ainda há outros cinco processos correndo na Justiça – , não fará diferença alguma outra delação que envolva o teflonado Sapo Barbudo.
    E basta ver o “placar” da Operação Lava Jato até agora: dezenas de corruptos multimilionários livres (o Joesley Bandido & Brother são multibilionários) e quantos “cabeções” condenados e presos?
    Cadê o “espírito” dessa operação, que é o de chegar ao comandante máximo e puni-lo?

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