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Sindicalista pelego ameaça membros do MBL-MT

Na última terça-feira, 22 de agosto, a página do Movimento Brasil Livre de Mato Grosso compartilhou um artigo e, logo após, sofreram ameaças de um advogado pelego sindicalista, Antonio Wagner de Oliveira, o diretor nacional da Central dos Sindicatos Brasileiros.

O sindicalista disse que “tem que dar um cacete nesses merdinhas filhodaputas” e após ao ser questionado continuou dizendo: “seus bostas, se eu souber que está a 10 metros de mim quebro você no meio”. O pelego continuou: “vão se fuder seus cretinos (…) as pessoas têm que parar com essa passividade e quebrar a cara desses filhadaputinhas quando virem na rua”.

Em sua página pessoal no Facebook, é notório que o pelego sicário de sindicato é um militante de extrema esquerda. Na rede social consta que Antonio é advogado e diretor jurídico do Sindicato dos Profissionais da Área Instrumental do Estado de Mato Grosso.

Em outros posts, Antonio demonstra ser desprovido de inteligência e com fortes problemas para interpretar frases, veja a matéria compartilhada por ele, também em ataque o MBL:

Tanto o sicário do sub-blog CentralPolitico quanto o pelego sindicalista são: ou mentirosos e não assistiram ao debate de Kim com a “presidenta”, que não estuda, da UNE, pois caso ao contrário saberiam que a “moçona” empoderada e outros parlamentares de extrema esquerda passaram vergonha durante toda a Comissão. Ou, a opção mais provável, assistiram, sentiram a humilhação, e resolveram “inverter” a história produzindo fake news.

Talvez o senhor Antonio precise que o Kim aceite o convite:

Ulysses Moraes, coordenador do MBL-MT, que também é advogado, declarou ao ILMT: “Uma pena que um colega de profissão não saiba dialogar ou debater. A maior arma do homem deve ser o conhecimento e não a violência.”

O autor do artigo que gerou a revolta do pelego chefe de sindicato, Rafaell Milas, também é do MBL-MT, e disse que: “É de se esperar que esses movimentos sindicais sejam contra o livre mercado, ainda mais agora que perderam a boquinha do imposto sindical. Com esse povo não existe diálogo, ou você concorda ou você merece apanhar. Liberdade de expressão não existe pra eles.”

Os membros do MBL já registraram um boletim de ocorrência relatando as ameaças do sindicalista.

Nota do editor: Qualquer patrão honesto jamais contrataria um funcionário que incitasse a violência em suas redes sociais. O mesmo deveria valer para os funcionários públicos que tem o pagador de impostos como seu patrão. É inaceitável que qualquer pessoa, principalmente um servidor público, incite a violência em redes sociais.

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