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Subprocurador questiona Aécio, sobre dinheiro vivo: “por que não uma TED?”

Carlos Alberto Carvalho de Vilhena, subprocurador da República, destaca que há “farto material probatório” e que, por essa razão, ao invés de contestar os fatos, a defesa de Aécio Neves tenta invalidar as provas da delação da JBS.

O representante da PGR diz que o senador tucano alega que o pedido de 2 milhões de reais se tratou de “empréstimo pessoal, e não de vantagem indevida”.

Se a transação não fosse resultado de vantagem indevida, afirma Carlos Alberto, “o dinheiro teria sido transferido por meio do sistema bancário, da conhecida TED, e não em malas repletas em dinheiro vivo”.

O subprocurador diz, também, não haver dúvidas de que Joesley Batista só aceitou pagar a quantia para Aécio “porque ele é senador da República”.

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