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Afrostream, a "Netflix só para negros", fechará as portas no fim do mês por falta de assinantes

Sob o pretexto de fazer um “trabalho cultural”, um grupo de ativistas criou um projeto racista chamado Afrostream, cuja finalidade era a de colocar apenas filmes “de negros”, como se a Netflix fizesse uma fusão com Adolf Hitler e gerasse um novo Apartheid.

De acordo com o Instituto Liberal de São Paulo, o projeto fechará as portas no final do mês. Na última sexta-feira (15), a empresa soltou uma nota no Facebook contando que irá encerrar suas atividades por falta de dinheiro trazido por assinaturas e investidores.

Apesar de discriminar conteúdos com base na cor da pele dos protagonistas, a empresa não foi acusada de racismo pela mídia. Entretanto, o fato mostra que, quando há ampla concorrência, o mercado é muito mais implacável com o racismo do que o estado. Quem limita o seu público com base na cor da pele está fadado à falência.

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Um comentário

  1. 1) Essa é mais uma ideia separatista copiada dos norte-americanos politicamente corretos, assim como foram as cotas racistas em universidades, concursos públicos e vários setores da sociedade.
    Graças aos petistas e esquerdistas, foi implantado no Brasil o racismo dos Estados Unidos segregacionista, substituindo a convivência civilizada e a tolerância pacífica entre pessoas com diferentes tons de pele que existiam no país.
    2) Antigamente havia problemas de preconceito, mas não se comparam aos atuais do pós-racismo politicamente correto institucionalizado.
    Atualmente, o confronto negro x branco é explícito, agressivo, demagógico e populista.
    Serve apenas para arregimentar à causa esquerdista mais frustrados e pessoas que não valorizam o mérito e o esforço. Acham que são vitoriosos não porque batalharam para atingir seus objetivos, mas porque “é a hora daqueles com pele escura”.
    OBS: Pessoas de pele vermelha (indígenas) e amarela (orientais) são sumariamente deixadas de lado em qualquer assunto no Brasil. Isso não é racismo?

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