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Eleitor do PSOL, playboy Gagliasso nunca questionou assassinos de estimação do partido.

por Rafa Silva

O global Bruno Gagliasso, acompanhado de sua esposa, Giovanna Ewbank, ganhou destaque no último final de semana a se retirar de evento do UFC  ao descobrir que iria se sentar próximo ao deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Sua atitude rendeu uma onda de críticas nas redes sociais, e foi o principal tema de debate no último domingo (4).

A postura intolerante de Gagliasso contrasta com com seu discurso “inclusivo” e “pró-diferença” que prega na imprensa e nas redes sociais; ele se notabilizou recentemente por beijar um ator na boca em nome do combate à homofobia e, com o mesmo propósito, vestiu saia e usou maquiagem.

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Lacrando na cara da sociedade burguesa.

Marcelo Freixo

O ator notabiliza-se por utilizar seu farto tempo livre para ganhar likes e cliques defendendo a agenda politicamente correta. Não poderia deixar de ser diferente, portanto, de todo o resto de seus colegas do PROJAC, que se uniram bravamente na defesa da candidatura do socialista Marcelo Freixo.

Conforme postagem em seu instagram durante as eleições cariocas, o playboy declara seu apoio ao deputado pró-ditadura venezuelana, compartilhando vídeo de criança apoiando o candidato.

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Mas o menino de saia não parou por aí. Para deixar clara sua preferência pelo socialista do Leblon, Gagliasso postou a seguinte estampa:

Contradições

Tentando se firmar como “empreendedor moderno” e “defensor da liberdade”, Gagliasso e sua esposa viram as costas para as centenas de venezuelanos mortos pelo regime endossado por Freixo; viram as costas para a família do jornalista Santiago Andrade, morto pelos Black Blocs do psolista; e demonstram ignorância política suprema ao relacionar defensores de ditaduras com o conceito de “liberdade”.

O comportamento contraditório faz parte daquilo que é comumente conhecido como “esquerda caviar”. O termo, objeto de livro do articulista Rodrigo Constantino, descreve as ideias e causas por trás da ação política esquerdista das elites artísticas e financeiras, que endossam todo tipo de besteira em prol de sua aceitação social no mainstream.

Conforme conhecido, tanto Bruno quanto Giovanna vêm de famílias abastadas. A atriz estudou no Colégio Porto Seguro – um dos mais caros de São Paulo – e jamais se destacou por suas opiniões políticas ou pela qualidade de sua interpretação. Convertendo-se em celebridade de instagram, ocupa espaço midiático lamentando as traições de seu marido e posando para fotos com discurso fitness.

Recentemente, foi alvo de perseguição daqueles que defende: sua adoção de crianças africanas foi severamente criticada por militantes de esquerda, que despejaram todo seu preconceito com o casal mimado. Assustados, mantiveram sua posição, ainda que de forma tímida.

 

 

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5 comentários

  1. Wágner Ribeiro

    Me desculpe esses dois estão querendo ser igual a Brad Pitt e Angelina Jolie , que vão Paraná África e adotam uma criança, querem mídia , porque eles não adotaram aqui uma criança aqui no Brasil que também precisa são igual a todos os Petistas acham que os de fora precisam mais , o PT fez de tudo para os outros países enquanto aqui só começavam as obras para desviar dinheiro .

  2. Culpa de vcs que ficam dando ibope a esse idiota. Afinal ele quer isso mesmo apenas aparecer.

  3. Quem são esses dois na fila do pão com morPTadela?

  4. Eu mesmo vou lá no Face destes dois esquerdinhas caviar questionar a postura intolerante e repulsiva que tiveram!

  5. Isso é uma bicha enrrustida.

    grande otário.

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